50 tons de cinza dos vereadores que votam contra o Jabaquara.


Grêmio SER Sudeste – Promoção da Cidadania e Defesa do Consumidor
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50 tons de cinza dos vereadores que votam contra o Jabaquara.

O PL 722-2015 transfere investimentos do Jabaquara para a região da Berrini, Pinheiros e Chucri Zaidan. Mais R$ 4 bilhões sem investigar onde torraram os outros R$ 4 bilhões…

Em uma ilegal sessão extraordinária da Câmara Municipal de São Paulo, 50 vereadores aprovaram o PL 722-2015. O PL atende aos interesses inconfessáveis das grandes construtoras e da especulação imobiliária (conforme palavras do presidente Milton Leite).

Embora estejam noticiando que o PL 722-2015 (com modificações) é para arrecadar dinheiro para a construção de moradias populares, a própria apresentação do PL já confessa que o objetivo é a especulação imobiliária:
“Aprova o Plano Urbanístico Complementar do Setor Chucri Zaidan da Operação Urbana Consorciada Água Espraiada, nos Distritos de Santo Amaro e Itaim Bibi”.

Especulação imobiliária
A especulação imobiliária ficou evidente no dispositivo referente aos CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção): transferiram 250 mil metros quadrados do Jabaquara para a região da Berrini, Pinheiros e Chucri Zaidan. E não digam que essa transferência é “impessoal”, pois o representante da Secretaria Municipal de Urbanismo disse que já foi procurado por investidores; e que não existe interesse em investir no Jabaquara (ata da audiência pública de 19-08-2018)…
Não será surpresa se já houver planos para a construção de um shopping center na região…

A enganação com as moradias sociais.
É evidente que estão utilizando a legitima mobilização dos movimentos populares para, na verdade, levantar recursos bilionários para atender às construtoras e à especulação imobiliária.
Embora o projeto de lei 722-2015 determine que se gaste 30% dos valores arrecadados com moradia popular, o prazo é de até 5 anos… e não tem metas anuais… e não tem quem fiscalize…
E não informa que foram contratadas somente 4 mil moradias (em licitação fraudada);
E não diz nada sobre as outras 8.500 famílias já cadastradas;
E ignora 20 mil famílias carentes na região de Americanópolis, Jd, Lourdes e Vila Clara;
E acaba com o direito dos inquilinos também serem inscritos em programas habitacionais;
E acaba com o direito dos moradores atingidos pelas obras continuarem morando no Jabaquara…

50 tons de cinza dos vereadores paulistanos
É óbvio que os 50 vereadores votam contra o Jabaquara por interesses diversos. Mas o que os une é o fato de nenhum deles representar o Jabaquara. Aliás, faz mais de 30 anos que o Jabaquara não elege um seu represente para a Câmara Municipal, embora tenha 240 mil moradores, sendo 180 mil eleitores registrados. Estes 50 vereadores só vem ao Jabaquara de 4 em 4 anos para beliscar alguns votos…
Mesmo com a construtora Odebrecht confessando a fraude na licitação do túnel bilionário (e das 4 mil moradias), os 50 vereadores não querem a instalação de CPI para investigar a Operação Urbana, pois:
– alguns têm rabo preso com a construção da Ponte Estaiada (custou R$ 360 milhões);
– alguns têm rabo preso com a aprovação do Túnel de R$ 3 bilhões (mudança na lei em 2011);
– alguns têm rabo preso com o prefeito denunciado por receber 21 milhões em propinas;
– alguns têm rabo preso com a associação imobiliária que ilegalmente fez doações em 2008;
– alguns têm rabo preso com o governador, e não querem investigar a verba dada o Metrô (R$ 390 mi);
– e alguns vereadores votam qualquer coisa, desde que aprovem seus projetos de títulos e honrarias…

Mais uma vez a Câmara Municipal de São Paulo virou as costas para a população paulistana. Embora o voto tenha sido contra o Jabaquara, a conta maior vai para todos os paulistanos, pois a venda de títulos (CEPACs) não é suficiente para pagar as obras de infraestrutura e nem as propinas inerentes a estes tipos de contratos, que não são fiscalizados pela Câmara. Então, só nos resta recorrer ao Judiciário.

São Paulo, 23 de agosto de 2018.
Mauro Alves da Silva – jornalista e Presidente do Grêmio SER Sudeste.
Cel.: 11-954544193 – e-mail: mauro_gremio@hotmail.comhttp://www.gremiosudeste.wordpress.com

Milton Leite defende a instalação da CPI da Operação Urbana Água Espraiada

Grêmio SER Sudeste – Promoção da Cidadania e Defesa do Consumidor

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Milton Leite defende a instalação da CPI da Operação Urbana Água Espraiada

 

Na audiência pública realizada em 19/08/2018, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Milton Leite, defendeu a imediata instalação da CPI para investigar a aplicação dos recursos da Operação Urbana Água Espraiada. Milton Leite lembrou que foi ele que sugeriu ao então vereador Eduardo Tuma que apresentasse, em 2016, a proposta de criação da CPI.

 

Na audiência pública, o representante da Secretaria Municipal de Urbanismo deu destaque especial ao novo projeto urbanístico da região da Chucri Zaidan, ignorando completamente a questão das moradias na região de Americanópolis (cerca de 20 mil famílias). O PL 722-2015 não vai mais cadastrar as famílias carentes da região; e só reserva dinheiro para a construção de 4 mil moradias, embora o cadastro (2009) tenha 8.500 famílias.

 

Mauro Alves da Silva, do Grêmio SER Sudeste e da AMOJAB (Associação de Moradores, Proprietários e Comerciantes do Jabaquara e Água Espraiada) denunciou a omissão em relação às mudanças proposta no artigo 12 da Lei 13260/2001. Querem acabar com o direito dos moradores afetados pelas obras continuarem morando no Jabaquara. Até mesmo os inquilinos vão perder o direito de serem inscritos em programas de moradia. Mauro pediu um CPI e fez a seguintes denuncias:

1) é mentira que querem mais verbas para construir moradia, pois sempre existiu verbas. O que acontece é que priorizam obras viárias (túneis, pontes e viadutos) e a especulação imobiliária.

2) A ponte estaiada (na Berrini) era para custar R$ 70 milhões. Custou R$ 360 milhões;

3) Em 2001, o túnel inicial era de 400 metros. Em 2011, inventaram um túnel de 2,4 km a R$ 3 bilhões;

4) Desapropriaram mais de 50 terrenos para moradia, mas os terrenos estão abandonados;

5) Houve desapropriações milionárias. No caso da Tupi, só a retirada do entulho custou R$ 16 milhões;

6) Para quem acha muito o gasto de R$ 30 milhões com o “auxilio aluguel” neste últimos 17 anos, é bom que saibam que pagaram R$ 200 milhões só para o “planejamento e gerenciamento das obras”;

7) As reuniões do Conselho de Gestão da Operação Urbana são fechadas ao público. Só participa quem for convidado; e proíbem fazer fotos ou gravações das reuniões.

8) Retirar o incentivo de construção do Jabaquara e transferir os CEPACs para a região de Pinheiros (Chucri Zaidan) é abandonar o Jabaquara e Americanópolis; e favorecer a especulação imobiliária.

 

Mauro também citou as delações premiadas da Odebrecht, empresa que confessou ao Ministério Público de SP que fraudou as licitações das obras do túnel e pagou 21 milhões de propinas para o prefeito. A notícia foi publicada em 19/06/2018 (Jornal Folha de S. Paulo). Mas os vereadores, ao invés de instalarem a CPI, votaram o PL 722-2015 em 20/06 (primeira votação); e estão com uma pressa inconfessável para votar definitivamente o Projeto sem que haja audiências públicas e investigações.

 

José Luiz Nodar Ribeiro, diretor da Associação Comercial de São Paulo – Distrital Centro Sul, lembrou que a lei da Operação Urbana Água Espraiada foi criada com o objetivo de prolongar Av. Águas Espraiadas até a Rodovia dos Imigrantes; e urbanizar as favelas da região do Jabaquara e Americanópolis. Antes de gastar o dinheiro em outras obras, a Prefeitura deve terminar as obras no Jabaquara e a construção das moradias na região.

 

Moradora de Santo Amaro denunciou a especulação imobiliária. Disse que querem desapropriar moradores, enquanto preservam áreas com grandes terrenos desocupados. Lembrou também que foi confessado o pagamento de propinas para as obras de prolongamento da Chucri Zaidan.

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/05/paulo-preto-e-suspeito-de-receber-r-173-mi-de-propina-em-obras-da-prefeitura-de-sp.shtml

 

As denúncias mais graves partiram do Presidente da Câmara Municipal, vereador Milton Leite:

1) Já mudaram o texto do PL 722-2015 várias vezes sem que houvesse o debate público;

2) As obras na Chucri Zaidan favorecem apenas os proprietários de 8 grandes imóveis na região;

3) Um dos proprietários beneficiados será a Rede Globo;

4) Não existe nenhuma contrapartida destes grandes proprietários. É a prefeitura que vai bancar os Custos das obras de infraestrutura para a adequação ao alargamento das ruas;

5) Tem de instalar a CPI para investigar as desapropriações. Ver se foram regulares.

 

Nossas propostas: 1) que preservem o artigo 15 original da Lei 13260/201; 2) que estabeleçam a prioridade de finalização das obras de moradia no Jabaquara (com metas de 2 mil moradias por ano); 3) exijam que o Metrô cumpra a contrapartida e finalize o Monotrilho até a Estação Saboya); 4) mantenham o incentivo de investimentos no Jabaquara (500 mil metros quadrados via CEPACs); 5) Que incluam no Conselho de Gestão uma cadeira para os proprietários (AMOJAB) e outra para os comerciantes (indicação para a Associação comercial – Centro Sul).

 

São Paulo, 19 de agosto de 2018.

Mauro Alves da Silva – jornalista e Presidente do Grêmio SER Sudeste.

Cel.: 11-954544193 – e-mail: mauro_gremio@hotmail.comhttp://www.gremiosudeste.wordpress.com

Quais são os vereadores que estão com pressa de aprovar o PL 722-2015, shopping da propina?

Quais são os vereadores que estão com pressa de aprovar o PL 722-2015, o projeto que vai arrecadar mais R$ 4 bilhões para o “shopping da propina”?

Em 19/06/2018, o Jornal Folha de São Paulo publicou notícia dando conta de que o Ministério Público Estadual aprovou o acordo de “delação premiada” da Odebrecht sobre sua participação nas fraudes na licitação das obras da Operação Urbana Água Espraiada:
– Odebrecht vai pagar R$ 7 milhões por participar de fraudes em obras de SP
– Acordo favorece Odebrecht ao permitir retomar túnel em SP
Destaques:
a) A empreiteira reconheceu ter corrompido políticos e funcionários públicos para obter contratos no setor público e concordou em pagar multa de R$ 3,8 bilhões em troca de benefícios como alívio nas penas na esfera criminal.
b) No caso do túnel de São Paulo, a Odebrecht afirmou que as empreiteiras contratadas para a obra foram selecionadas de forma ilegal, com a divisão dos lotes do projeto entre oito participantes de um cartel organizado pelo engenheiro Paulo Vieira de Souza.
c) Segundo ex-executivos da Odebrecht que se tornaram delatores, Souza acertou com as empresas que elas pagariam propina equivalente a 5% do valor de seus contratos durante a execução das obras.
d) Os promotores acusam Kassab de enriquecimento ilícito por causa de contribuições no valor de R$ 21 milhões que a Odebrecht diz ter feito a suas campanhas e ao PSD de forma ilegal, com dinheiro de caixa dois e sem registro formal.
(Jornal Folha de São Paulo de 19-06-2018, reportagens em anexos).

Em 20/06/2018, ao invés da Câmara Municipal instalar uma CPI para investigar as fraudes na contratação das obras da Operação Urbana Água Espraiada, os nobres vereadores correram para aprovar o PL 722-2015. Este projeto permite arrecadar mais R$ 4 bilhões, dinheiro este que vai ser usado prioritariamente para fazer o túnel (R$ 3 bilhões), as obras viárias na Chucri Zaidan (Região de Pinheiros) e as desapropriações necessárias.

É falso o argumento de que o dinheiro vai ser usado para fazer moradias. Dinheiro sempre existiu. Tem mais de 40 terrenos desapropriados sem que se iniciem as obras de moradias. O fato é que as prioridades sempre foram as grandes obras (avenidas, túneis e viadutos). Além disso, o PL 722-2015 só fala de 4 mil moradias, ignorando que existem 8.500 famílias cadastradas e mais 20 mil famílias em Americanópolis que nem sequer foram cadastradas.

Tem gente que acha alto o valor já gasto (R$ 30 milhões) com aluguel social nestes 17 anos (2001 a 2018). Mas ignoram que só a gestão das obras já consumiu R$ 200 milhões!

A grande novidade oculta no PL 722-2015 é a transferência de CEPACs (Certificados de Potencial de Adicional de Construção) do Jabaquara para a região de Pinheiros. São 250 mil metros quadrados transferidos para a região da Chucri Zaidan (Pinheiros) … Uma CPI poderia investigar se existem lobistas interessados em construir um novo “shopping center” na região de Pinheiros, por exemplo…

Quem quiser ter uma ideia de quem são os vereadores que estão com pressa de votar o PL 722-2015, basta assistir aos vídeos da audiência pública de 12/06/2018, da ilegal sessão extraordinária de 20/06/2018, e da Reunião de Líderes de 14/08/2018, sendo esta última reunião foi conduzida pelo presidente Milton Leite, o qual denunciou uma série de mudanças no PL 722-2015 sem que houvessem novas discussões e nem audiências públicas para ouvir a população afetada pelas obras.

São Paulo, 15 de agosto de 2018.
Mauro Alves da Silva – jornalista e Presidente do Grêmio SER Sudeste.
Cel.: 11-954544193 – e-mail: mauro_gremio@hotmail.comhttp://www.gremiosudeste.wordpress.com

Prefeitura Regional do Jabaquara faz licitação para comprar 100 copos plásticos descartáveis por R$ 7,50.

Após 20 meses dirigindo a Prefeitura Regional do Jabaquara, a prefeita regional finalmente reconheceu a importância do Conselho Municipal Participativo do Jabaquara e usou a verba do conselho para fazer licitações e comprar os itens fundamentais para a efetiva atuação dos conselheiros:
1) Comprou um pacote com 100 copos plásticos descartáveis ao custo de R$ 7,50;
2) Comprou um pacote de papel sulfite a R$ 27,84; e
3) Comprou 10kg de açúcar refinado a R$ 41,44.

Considerando que as reuniões do Conselho Municipal Participativo sempre têm mesmo de 20 pessoas, este pacote de copos vai durar 5 meses pelo menos.

Parece que a prefeita regional já está prometendo comprar um pacote de café e 100 guardanapos até o Natal… Mas isto acontecerá somente se os conselheiros se comportarem; e não fazerem cobranças dos Planos de Obras, do Plano da Defesa Civil, do Plano de Zeladoria, e nem falar sobre a omissão da prefeitura regional em relação à Operação Urbana Água Espraiada…

Observações:
1) Este texto irônico é para denunciar a má gestão da prefeitura regional do Jabaquara nestes 20 meses…
2) A prefeita regional deve ter as “costas quentes”, pois têm mais de 10 denúncias por má gestão e duas ações populares contra ela… e mesmo assim continua lá…
3) Além de não publicar todas as atas do Conselho Municipal Participativo do Jabaquara, a prefeita regional não publica o Regimento Interno, não publica as convocações e nem a pauta das reuniões do Conselho;
4) No caso da “zeladoria”, cometeu a barbaridade de fazer remendos somente em uma das pistas da Av. Eng. George Corbisier… somente no sentido “bairro-centro”…
5) O projeto “praça viva” não conta com a participação da comunidade, sendo comum estes eventos contarem com um público reduzido, quase só com os funcionários públicos…
6) Até hoje não explicou e não apresentou como foi feito os contatos e o contrato com a empresa de eventos sem licitação (Ação Popular – Processo: 1002461-36.2018.8.26.0053; 1ª Vara de Fazenda Pública – Foro Central).
7) O próximo processo será por suposto crime ambiental: jogar entulho em terreno impróprio e sem a autorização dos da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.
8) Não faz a vigilância dos terrenos desapropriados da Operação Urbana Água Espraiada no Jabaquara.
9) Foi a comunidade que exigiu a reforma completa da quadra coberta do CEU Caminho do Mar… A gestão já tinha aprovado ceder “meia quadra para uma empresa”… Mesmo assim, colocaram uma placa dizendo que foi iniciativa da prefeitura.
10) Qualquer dona de casa saberia que se deve comprar os copos plásticos pelo melhor preço da região; e a Kalunga vende o pacote com 100 copos por R$ 6,20; e que a compra de 15 pacotes sai ao custo de R$ 4,36 o pacote…

S. Paulo, 14-08-2018. Mauro Alves da Silva, Jornalista e Presidente do Grêmio SER Sudeste – cel.: 11-954544193 (Tim e Zap)

doc02082018p58 compra de copos no Jabaquara

Vereadores de SP querem mais R$ 4 bilhões para o shopping da propina.


Vereadores de SP querem mais R$ 4 bilhões para o shopping da propina.

A Câmara Municipal de São Paulo vai votar o Projeto de Lei PL 722-2015 nesta quarta feira. Este projeto permite a prefeitura arrecadar mais R$ 4 bilhões para construir o túnel bilionário, que foi licitado em um processo fraudulento e já confessado pela construtora Odebrecht em delação premiada no Ministério Público de SP.

Vale lembrar que a lei original (13.260/2001) previa um túnel de 400 metros na Vila Fachini, ligando o prolongamento da Avenida Água Espraiada até a Rodovia dos Imigrantes. Mas, de forma surpreendente e suspeita, em 2011 os vereadores aprovaram um novo túnel, agora com 2,4 quilômetros, a um custo estimado de R$ 3 bilhões.

Em 2013, o então prefeito Fernando Haddad suspendeu as obras do túnel bilionário; e chamou a Operação Urbana Água Espraiada de “shopping da propina”.

Em 19 de junho de 2018, a Folha de São Paulo noticiou o acordo de delação premiada feito pela empresa Odebrecht:
– Odebrecht vai pagar R$ 7 milhões por participar de fraudes em obras de SP
– Acordo favorece Odebrecht ao permitir retomar túnel em SP

Destaques:
a) A empreiteira reconheceu ter corrompido políticos e funcionários públicos para obter contratos no setor público e concordou em pagar multa de R$ 3,8 bilhões em troca de benefícios como alívio nas penas na esfera criminal.
b) No caso do túnel de São Paulo, a Odebrecht afirmou que as empreiteiras contratadas para a obra foram selecionadas de forma ilegal, com a divisão dos lotes do projeto entre oito participantes de um cartel organizado pelo engenheiro Paulo Vieira de Souza.
c) Segundo ex-executivos da Odebrecht que se tornaram delatores, Souza acertou com as empresas que elas pagariam propina equivalente a 5% do valor de seus contratos durante a execução das obras.
d) Os promotores acusam Kassab de enriquecimento ilícito por causa de contribuições no valor de R$ 21 milhões que a Odebrecht diz ter feito a suas campanhas e ao PSD de forma ilegal, com dinheiro de caixa dois e sem registro formal.
(Jornal Folha de São Paulo, reportagens em anexos).

Agora, na primeira sessão da Câmara Municipal de São Paulo, em 1º de agosto de 2018, o vereadores marcaram ilegalmente uma sessão extraordinária para votar o PL 722-2015 (shopping da propina) e arrecadar mais R$ 4 bilhões para o túnel bilionário e continuidade ao shopping da propina.

Pior que isso só mesmo o fato do PL 722-2015 não garantir a moradia das 8,5 mil famílias cadastradas e impedir novos cadastros de moradores das favelas da região de Americanópolis (cerca de 20 mil famílias carentes). Também retirarem o direto dos proprietários e inquilinos continuarem morando na região quando as obras desapropriarem os seus imóveis.

Esperamos que existam vereadores que não compactuem com o shopping da propina e também não tenham rabo preso com os compromissos escusos assumidos em 2011 por outros políticos.

O Grêmio SER Sudeste – Promoção da Cidadania e Defesa do Consumidor está tomando as providências legais administrativas e judiciais para impedir mais uma fraude contra o dinheiro público e contra o direito de moradia para todos os afetados pelas obras da Operação Urbana Água Espraiada.

São Paulo, 1º de agosto de 2018.
Mauro Alves da Silva – jornalista e Presidente do Grêmio SER Sudeste.
Cel.: 11-954544193 – e-mail: mauro_gremio@hotmailcom – http://www.gremiosudeste.wordpress.com

P.S.: Considerando que não conseguiram o número mínimo de 38 vereadores para votar o “PL 722-2015 – o shopping da propina” em 01-08-2018, chamaram uma nova e ilegal sessão extraordinária para 08-08-2018. Os vereadores continuam burlando a Lei Orgânica ao não votarem os 817 vetos que trancam a sua pauta
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Acordo favorece Odebrecht ao permitir retomar túnel em SP – 20_06_2018 – Cotidiano – Folha

Odebrecht vai pagar R$ 7 milhões por participar de fraudes em obras de SP – 19_06_2018 – Cotidiano – Folha

IRIS – Informações e Relatórios de Interesse Social.

IRIS – Informações e Relatórios de Interesse Social

O projeto IRIS, de fomento à transparência, foi idealizado e concebido pelas áreas técnicas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo com o objetivo de oferecer ao cidadão, de maneira simples, informações objetivas, transparentes e confiáveis sobre os gastos da Prefeitura do Município.

O IRIS é hoje constituído por três visões: a orçamentária, que apresenta, de forma simplificada, o orçamento do município; a regional, que traz para o cidadão informações sobre as despesas de cada Prefeitura Regional; e a visão das licitações, que relaciona informações detalhadas sobre as contratações da cidade de São Paulo.

Além de extremamente atuais, as informações são de absoluta confiança, pois são extraídas diretamente dos sistemas utilizados pela Prefeitura do Município de São Paulo. O tratamento automático da informação, por robôs, sem a intervenção humana, garante que os dados originais não sejam alterados.
veja aqui

divulgação: http://www.gremiosudeste.wordpress.com

Entrega das 10 denúncias contra a prefeitura regional do Jabaquara.


Em reunião no dia 06-06-2018, na Secretaria Municipal da Casa Civil, o secretário Dr. Eduardo Tuma recebeu um resumo das 10 denúncias contra a prefeitura regional do Jabaquara, que vão desde falta de publicação se atas, passando pela contatação de empresa sem licitação para organizar eventos, chegando até mesmo a possível prática de crime ambiental.

São Paulo, 9 de junho de 2018.
Mauro Alves da Siva.
Jornalista e Presidente do Grêmio Ser Sudeste – Promoção da Cidadania e Defesa do Consumidor.
mauro_gremio@hotmail.com
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Vejam o resumo das 10 denúncias aqui.

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